
Microfone vazio simboliza a partida de Phelps (Foto: Instagram)
O falecimento do músico Felipe Oliveira Alves, conhecido como Phelps, de 35 anos, provocou forte comoção em Uberlândia, no Triângulo Mineiro. O artista morreu no sábado (11), após enfrentar um câncer durante cerca de dois anos, deixando fãs e colegas entristecidos com sua partida.
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Phelps era integrante do grupo de pagode D’Corpo Inteiro e destacava-se pelo carisma e compromisso com a cena musical da região. Ao longo da carreira, ele ajudou a projetar a banda como uma das principais representantes do gênero no Triângulo Mineiro, participando de shows e eventos que conquistaram plateias de diferentes cidades.
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Além de vocalista, Phelps destacou-se pelo talento no cavaquinho, instrumento pelo qual ficou famoso entre os admiradores de pagode local. Amigos apontam que sua energia contagiante no palco, aliada à dedicação nos ensaios, foi determinante para consolidar o D’Corpo Inteiro como referência em apresentação ao vivo e gravações na cidade.
Nas redes sociais, o músico recebeu inúmeras homenagens. Uma cantora amiga, que preferiu não se identificar, afirmou: “Ele era um menino excelente. Nada em sua conduta podia ser questionado — nem como pessoa, nem como músico, colega ou filho. Era um ótimo filho, tio, irmão e parceiro musical, sempre com um sorriso no rosto.” Comentários semelhantes destacaram seu sentido de humor e a facilidade de unir pessoas em torno de seu talento.
O velório e o sepultamento ocorreram no sábado em um cemitério de Uberlândia, reunindo familiares, amigos e admiradores que quiseram prestar a última homenagem. O adeus ao artista encerrou uma trajetória marcada pela paixão pela música, deixando um legado de alegria e união na comunidade pagodeira local.








