Flávio Bolsonaro diz que Lula não será reeleito e chama-o de ‘mercadoria vencida’

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Flávio Bolsonaro classifica Lula como “mercadoria vencida” para 2026 (Foto: Instagram)

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) afirmou que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) não conseguirá se reeleger em 2026 e o classificou como uma ‘mercadoria vencida’. O pronunciamento ocorre em meio à polarização política e ao debate sobre as candidaturas para a próxima disputa presidencial.

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A declaração foi dada em entrevista nesta sexta-feira (10), enquanto as forças políticas começam a se mobilizar para as convenções partidárias que definirão os nomes para a eleição. Flávio Bolsonaro destacou que a esquerda enfrenta dificuldades por, segundo ele, contar apenas com um nome competitivo para o Palácio do Planalto, e também é apontado como um dos possíveis candidatos do campo conservador.

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Em sua fala, o senador reforçou que “quem tem problema não é a direita, quem tem problema é a esquerda, que só tem um candidato” e reiterou a visão de que o presidente Lula já não teria fôlego político suficiente para avançar numa nova campanha.

Além disso, Flávio Bolsonaro afirmou que não enxerga divisão significativa entre os grupos de centro-direita e acredita em uma convergência política em torno do objetivo comum de retirar o PT do governo federal. Para ele, esse alinhamento seria o principal trunfo dos líderes conservadores.

O cenário para as eleições de 2026 tem ganhado contornos cada vez mais polarizados, especialmente entre Lula e eventuais adversários, incluindo o próprio Flávio Bolsonaro. Pesquisas recentes sobre presença digital apontam Lula e Flávio como protagonistas no ambiente online, com altos índices de engajamento nas redes sociais.

Por outro lado, dentro do PT, lideranças mantêm Lula como principal nome para a reeleição. O presidente nacional do partido, Edinho Silva, defendeu que o atual chefe do Executivo é o mais preparado para enfrentar os desafios do país e reafirmou sua candidatura.

O processo oficial de escolha de candidatos ainda depende das convenções, agendadas para o período eleitoral, mas as declarações públicas e as articulações políticas já desenham o clima de confronto que deverá marcar a próxima corrida ao Planalto.