Virginia Fonseca e Zé Felipe se manifestam após cobrança de faltas das filhas pelo Conselho Tutelar

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Virginia Fonseca e Zé Felipe se pronunciam após cobrança do Conselho Tutelar (Foto: Instagram)

Virginia Fonseca e Zé Felipe se manifestaram oficialmente por meio de suas assessorias depois que o Conselho Tutelar da Região Leste de Goiânia cobrou explicações da escola sobre supostas faltas excessivas das filhas, Maria Alice Costa e Maria Flor Costa, em decorrência de viagens internacionais. O ex-casal afirmou que o caso corre sob segredo de Justiça, sem adiantar detalhes sobre o teor das investigações, mas deixou claro que está acompanhando todo o processo jurídico.

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Em uma nota oficial, a influenciadora destacou as disposições do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) que condicionam a divulgação de informações sobre menores a regras específicas de sigilo e proteção. A assessoria reforçou que, apesar do interesse público, os pais vão preservar a privacidade das meninas e atender às demandas legais sem se pronunciar sobre o teor das denúncias. O comunicado acrescenta que ambos permanecem à disposição das autoridades competentes.

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Tanto Virginia quanto Zé Felipe decidiram manter o silêncio público para não aumentar as especulações e evitar consequências negativas para as crianças. As duas equipes de comunicação afirmaram que o foco do casal segue voltado ao bem-estar familiar e à educação das filhas, em vez de discussões midiáticas. Eles também garantiram colaboração plena com o Conselho Tutelar, demonstrando alinhamento na estratégia de lidar com o caso com discrição.

A controvérsia teve início após declarações de Zé Felipe sobre as viagens das filhas: ele relatou que as meninas passaram cerca de 20 dias nos Estados Unidos e na Espanha ao acompanhar a mãe no aniversário do jogador de futebol Vini Jr. Na ocasião, o cantor comentou que pretende restringir futuros deslocamentos para priorizar os estudos de Maria Alice e Maria Flor, em resposta às críticas de que os passeios teriam prejudicado o ritmo escolar das crianças.

A notificação oficial enviada ao colégio das alunas exige um relatório detalhado sobre a frequência de cada estudante, incluindo justificativas formais para eventuais ausências. O documento abrange ainda orientações do ECA, que prevê acompanhamento de situações em que menores acumulem faltas sem comprovação legal de motivo. A escola recebeu prazo determinado para encaminhar todas as informações ao Conselho Tutelar da Região Leste de Goiânia.

Além dos registros de presença, o órgão solicitou detalhamento das medidas pedagógicas adotadas para minimizar o impacto das faltas, como reposição de aulas, encaminhamento de materiais didáticos e acompanhamento pedagógico individualizado. Os dados coletados serão analisados pelos conselheiros responsáveis para avaliar se houve descumprimento de alguma norma e garantir que o direito à educação das crianças seja plenamente respeitado durante o andamento do processo.