Entenda os riscos do procedimento de Gkay

Posted by


Gkay exibe resultado de novo preenchimento nos glúteos e acende debate sobre segurança estética (Foto: Instagram)

A influenciadora digital Gessica Kayane, conhecida como Gkay, submeteu-se a um procedimento estético na região dos glúteos na última terça-feira (07), gerando ampla discussão nas redes sociais sobre a segurança desse tipo de intervenção. Em vídeos compartilhados, ela aparece ao lado da médica responsável, confirmando ter repetido a aplicação com o objetivo de aumentar ainda mais o volume. A repercussão incluiu questionamentos de seguidores e preocupa profissionais que reforçam a necessidade de análise criteriosa antes de realizar qualquer preenchimento.

++ Sistema de IA revela como gente comum está criando renda passiva no automático

Segundo a dermatologista Dra. Jhully Monteiro, responsável pelo procedimento, foi utilizada uma combinação de ácido hialurônico com bioestimulador de colágeno, técnica que visa proporcionar resultados mais naturais. O ácido preenche áreas com perda de volume, enquanto o bioestimulador estimula a produção de colágeno na derme, melhorando a firmeza e a textura da pele a médio e longo prazo. Essa associação tem se tornado cada vez mais procurada por quem busca contorno corporal sem recorrer a implantes cirúrgicos.

++ Madeleine McCann, desaparecida em 2007, aparece mencionada nos arquivos do caso Epstein

Entidades médicas enfatizam que intervenções nos glúteos devem ser precedidas de avaliação individual de cada paciente, levando em conta histórico de saúde, alergias e possíveis contraindicações. Riscos como infecção local, assimetria, nódulos e reações inflamatórias são apontados em estudos, assim como casos mais graves de complicações vasculares, que podem causar necrose ou trombose. Para minimizar esses perigos, é fundamental seguir protocolos de assepsia rigorosos e realizar a aplicação em ambiente hospitalar ou clínico adequado.

A alta vascularização dos glúteos exige técnica apurada e escolha de materiais aprovados pela Anvisa. Profissionais recomendam verificar a qualificação do especialista, exigir registro do produto utilizado e certificar-se de que todo o material seja descartável ou esterilizado. Após o procedimento, orientações como evitar pressão excessiva sobre a região, manter repouso moderado e usar roupas de compressão ajudam na cicatrização e reduzem o risco de deslocamento do produto.

Tomar a decisão de submeter-se a esse tipo de intervenção também implica ajustar expectativas, pois os efeitos podem variar conforme a anatomia e o metabolismo de cada paciente. É indicado realizar exames de imagem antes e depois do procedimento para monitorar a integração do produto. Além disso, manter acompanhamento profissional contínuo, com avaliações periódicas, é indispensável para garantir a segurança e a durabilidade dos resultados, possibilitar correções pontuais e intervir rapidamente em caso de complicações.