O esporte preferido deste australiano é comer… comida de avião

  • Singapore Airlines – Singapura (Foto: Inflightfeed.com)

  • Air France – França (Foto: Inflightfeed.com)

  • Aegean Airlines – Grécia (Foto: Inflightfeed.com)

  • Air Baltic – Letônia (Foto: Inflightfeed.com)

  • Lufthansa-Eva Air – Alemanha (Foto: Inflightfeed.com)

  • Pegasus Airlines – Japão (Foto: Inflightfeed.com)

  • Singapore Airlines – Singapura-1 (Foto: Inflightfeed.com)

  • TAP – Portugal (Foto: Inflightfeed.com)

  • Turkish Airlines – Turquia (Foto: Inflightfeed.com)

Singapore Airlines – Singapura (Foto: Inflightfeed.com)

O australiano Nik Loukas já circundou o mundo mais de 15 vezes e visitou mais de 60 países. Seu esporte preferido é comer… comida de avião. Viaja pelo mundo inteiro atento às refeições servidas a bordo e registra tudo no seu blog. Impulsionado pelo seu amor por aviões, o viajante australiano tem trabalhado na indústria de viagens há mais de 15 anos. Um caso exemplar de unir o útil ao agradável. Nik tem um blog – Inflightfeed.com – onde registra as refeições que faz durante os voos e avalia as mesmas.

Mudei-me da Austrália para a Europa com uma ideia para criar o site“, contou Nik Loukas ao Mood, nesta semana, sobre a sua aventura. “Trabalhei numa companhia aérea e a coisa mais frustrante para os nossos clientes era não saber o que comer a bordo, ou o que poderiam comprar para comer a bordo. Então eu pensei que talvez um site com informações de refeição aérea pudesse ser um bom recurso e uma boa fonte de informação para os passageiros“.

Nik adora aprender tudo sobre como a comida é selecionada para os passageiros, como é entregue aos aviões e tudo o mais. No entanto, segundo conta, esta é uma indústria bastante burocrática e os passageiros não têm noção do que as companhias aéreas passam para conseguir ter refeições nos voos. Foi com isso em mente que começou a documentar o que come em cada voo no seu blog, que inclui avaliações de refeições e notícias mais recentes sobre esta indústria.

Sabor, qualidade, estética, quantidade e originalidade. São estes os critérios de avaliação. O mais importante numa refeição aérea é ser servido algo que atraia os passageiros. “Algo que conte uma história. Por exemplo, a companhia grega e a Swisss International Airlines são grandes embaixadores dos seus próprios países. Contam histórias sobre a comida a bordo e normalmente de diferentes cidades do país. É muito entusiasmante para aqueles que estão começando uma viagem de férias e muito acolhedor para quem retorna para casa. A comida une as pessoas, cria memórias, até mesmo a comida de avião!“.

Ainda assim, como é óbvio, a qualidade, o sabor e a frescura são coisas de extrema importância. É impossível agradar a todos, mas há pessoas que enfrentam alguma dificuldade em comer durante os voos, nomeadamente pessoas celíacas ou vegans. Para estes casos, Nik aconselha que seja feito um pedido, pelo menos com três dias de antecedência, para ser feita uma refeição especial. Além disso, é sempre bom levar uns snacks extra para se prevenir.

Como é de esperar, as diferenças à volta do mundo são incomensuráveis. “Aqui na Europa, a maior parte das companhias está retirando do cardápio refeições e snacks grátis do serviço de voo. Enquanto isso, as companhias americanas e asiáticas estão investindo nisso com muito apreço, mesmo na classe econômica.” E qual é a que mais recomenda? “Eu adorei a Singapore Airlines, o serviço foi fantástico e as opções de refeição em executiva, primeira classe e até mesmo em econômica são fantásticas.”

Atualmente, o australiano encontra-se gravando um documentário que espera terminar em maio deste ano. Até à data, já filmou em Nova Iorque, China, Japão, Letônia e falta ainda filmar em França, na Grécia, Alemanha e Turquia. “Estamos fazendo uma espécie de ‘behind the scenes’ para descobrir exatamente o que fazem as companhias aéreas para alimentar tantos passageiros a mais de 10 mil metros do chão”.

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